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Reunimos as respostas para as perguntas mais frequentes sobre o armazenamento de células-tronco mesenquimais e sobre o trabalho científico que realizamos na StemCorp. Nosso objetivo é oferecer clareza, segurança e transparência para que você tome decisões informadas sobre o futuro da sua saúde e da sua família. Se ainda restar alguma dúvida, nossa equipe está sempre disponível para orientar você de forma personalizada.
As células-tronco mesenquimais são células adultas com capacidade de se renovar e de se transformar em diferentes tipos de tecidos, como tecido, órgãos, cartilagem e mais! Além disso, liberam moléculas que ajudam a reparar, proteger e modular processos inflamatórios no organismo. Por isso, têm grande potencial em pesquisas de medicina regenerativa.
Aqui na StemCorp, realizamos a coleta da polpa do dente, do tecido adiposo e do tecido do cordão umbilical.
Porque as células-tronco mesenquimais têm um papel fundamental nas pesquisas de medicina regenerativa. Elas possuem capacidade de reparo, modulação inflamatória e regeneração de tecidos, o que as torna extremamente valiosas para estudos científicos que buscam novas possibilidades terapêuticas. Ao armazená-las hoje, você garante a preservação de um material biológico único, que poderá oferecer — no futuro — oportunidades de cuidado avançado em saúde, à medida que a ciência evolui. É uma escolha de prevenção, proteção e preparo para um cenário de medicina cada vez mais personalizada.
O momento ideal para armazenar é na hora do parto, com a fonte de coleta do tecido umbilical do bebê, porque as células-tronco mesenquimais estão jovens, altamente potentes e ainda não foram expostas a fatores ambientais que podem reduzir sua qualidade. Mas outras fontes, como tecido adiposo (gordura) ou polpa do dente, podem ser coletadas em diferentes fases da vida. O mais importante é que o material esteja saudável, viável e coletado de forma adequada, garantindo a melhor qualidade celular possível para armazenamento.
Não existe idade ideal única, depende da fonte de coleta. O importante é que o material esteja saudável e viável.
É simples: o profissional realiza o procedimento (como parto, extração dentária ou cirurgia), envia o material ao laboratório no kit personalziado enviado pela StemCorp e a equipe segue protocolos rigorosos de processamento e armazenamento das células coletadas.
Elas passam por isolamento e criopreservação em tanques de nitrogênio líquido, garantindo estabilidade e segurança a longo prazo.
Indefinidamente, desde que mantidas em condições adequadas de criopreservação.
Sim. A StemCorp segue normas da Vigilância Sanitária e protocolos internacionais, priorizando segurança, rastreabilidade e qualidade científica.
Não! Diversos tratamentos já estão liberados em muitos países: reconstrução de pele, tratamentos para doenças inflamatórias intestinais, infarto, doença do Enxerto Contra Hospedeiro, aplicações estéticas para rejuvenescimento e preenchimento e muitas outras. No Brasil já existem inúmeros testes clínicos em andamento com células-tronco mesenquimais e a legislação está mudando a fim de facilitar a aprovação das terapias. Dentre eles destacam-se: enfisema pulmonar, reconstrução de lábio leporino e fendas palatinas, lesão medular, osteoartrite, diabetes, degeneração de retina, lipodistrofia, doenças cardíacas, úlceras venosas, calvície, incontinência urinária e reconstrução mamária. Ou seja, não é apenas uma aposta para o futuro, já é realidade. Veja todos os tratamentos existentes aqui.
Existem células-tronco no sangue e no tecido do cordão umbilical. As células-tronco que encontramos no sangue do cordão umbilical são as chamadas células-tronco hematopoéticas e as encontradas no tecido do cordão umbilical são as células-tronco mesenquimais possam ser utilizadas inúmeras vezes depois de congeladas, diferentemente das hematopoiéticas que só podem ser utilizadas uma vez.
As maiores diferenças são a versatilidade e a possibilidade de expansão em laboratório. Atualmente, as células-tronco do sangue do cordão podem ser usadas para regenerar o sistema sanguíneo apenas, tratando as doenças do sangue (leucemia, anemias e talassemias). Já as células-tronco mesenquimais são muito mais versáteis e podem ser usadas para tratar problemas mais comuns no dia a dia, como queimaduras, lesões de ossos e cartilagens, doenças autoimunes como Diabetes Tipo I e até uso estético. Além disso, as células-tronco mesenquimais podem ser cultivadas e multiplicadas em laboratório enquanto que as células-tronco hematopoiéticas não. A possibilidade de expansão faz com que as células-tronco mesenquimais possam ser utilizadas inúmeras vezes depois de congeladas, diferentemente das hematopoiéticas que só podem ser utilizadas uma vez
O parto é um momento muito especial para o armazenamento de células-tronco. Isso porque, as células-tronco do cordão umbilical são as mais jovens que podemos guardar. E quanto mais jovem, maior o potencial regenerativo. Ou seja, guardar as células-tronco do cordão é guardar o melhor tipo de célula-tronco para seu filho. Além disso, no parto, mãe e filho podem ter suas células-tronco mesenquimais armazenadas simultaneamente, por um processo simples e indolor. No caso do bebê, as células-tronco mesenquimais são obtidas do tecido do cordão umbilical e, no caso da mãe, essas mesmas células são coletadas a partir de uma pequena amostra de gordura excedente e disponível durante a cesárea.
Errado! Lembre-se: à medida em que o tempo passa, as células-tronco, como o resto de nosso corpo, envelhecem e a quantidade de células-tronco decaem. No indivíduo adulto, as células-tronco têm menor poder proliferativo e de diferenciação. Além disso, quanto mais jovens as células, menor será sua exposição a fatores ambientais, tóxicos, carcinogênicos, poluentes e infecciosos. O parto é a melhor oportunidade para colher células-tronco porque oferece a garantia de armazenar células-tronco mais jovens e em maior quantidade, em baixíssima exposição a fatores “tóxicos” do meio ambiente.
Qualquer membro direto da família também poderá usar as células-tronco armazenadas de seu bebê para um transplante, desde que haja compatibilidade. Irmãos de mesmo pai e mesma mãe apresentam uma probabilidade de 25% de serem 100% compatíveis. Outros membros da família apresentam uma probabilidade de compatibilidade bem menor, quase igual à de um doador não aparentado.